As mães

Terapia Ocupacional e o TOD ( Transtorno Opositivo Desafiador)

 

 

O tratamento para o transtorno opositivo desafiador é baseado em psicoterapia e uso de medicamentos.
O tratamento para o transtorno opositivo desafiador é baseado em muitos fatores, incluindo a idade do paciente, a gravidade dos sintomas e a capacidade do paciente e dos pais de se engajarem em terapias específicas. O tratamento geralmente consiste de uma combinação de psicoterapia e medicamentos. Psicoterapia é uma espécie de aconselhamento que, utilizando técnicas psicológicas específicas, ajuda progressivamente a criança ou adolescente a desenvolver formas mais eficazes para expressar e controlar a raiva. A terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, busca reformular o pensamento (cognição) do paciente para melhorar o seu comportamento. A terapia familiar pode ser usada para ajudar a melhorar as interações familiares e a comunicação entre os membros da família. Uma técnica terapêutica especializada, chamada de treinamento de pais (manejo parental), ensina aos pais e cuidadores maneiras de alterar de forma positiva o comportamento agressivo ou inadequado da criança ou adolescente em casa e em outros contextos. Embora não haja medicamento aprovado para o tratamento de transtorno opositivo desafiador, vários medicamentos podem ser usados para tratar alguns sintomas mais graves, como, por exemplo, a agressividade, ou tratar outros transtornos mentais que podem estar presentes, como o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) ou a depressão. O paciente com transtorno opositivo desafiador pode enfrentar rejeição por parte de outras crianças e de adultos por causa de sua falta de habilidades sociais, seu comportamento agressivo, sua irritabilidade fácil e sua dificuldade em lidar com contrariedades. Sem tratamento, uma criança com transtorno opositivo desafiador tem uma chance maior de desenvolver um distúrbio comportamental mais grave chamado de transtorno de conduta. Assim, agir sobre os sintomas quando eles aparecem pela primeira vez pode minimizar o sofrimento para o paciente e para a família, além de evitar problemas associados ao transtorno. Além disso, fornecer carinho, apoio, ambiente familiar consistente e equilíbrio entre amor e disciplina ajuda a reduzir os episódios de comportamento.
A terapia ocupacional é um processo de tratamento no qual o terapeuta utiliza a atividade como recurso técnico e está habilitado para prescrever atividades e aplicá-las na busca de saúde, uma vez que a atividade é seu objeto de estudo e análise. Desta forma, o terapeuta ocupacional propõe uma atuação ampla, oferecendo recursos para uma intervenção física, psíquica, social e sensorial que podem ser: lúdicas, corporais, artísticas, criação de objetos e conhecimentos, organização dos espaços, o cuidado com o cotidiano, os cuidados pessoais, os passeios, as viagens, as festas, as diversas formas produtivas, a vida cultural, entre outras.

Formada na universidade de Uberaba MG(UNIUBE) em 2008, atuando no desenvolvimento infantil, contribuindo no processo de estimulação e aprimorando as funções dos aspectos físico cognitivo e sensorial. Mãe da Ana Luiza de 8 anos e Alicia de 1 ano e 9 meses.

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